domingo, 28 de dezembro de 2008

UMA NOVA AMAZÔNIA?

Estamos vivendo uma época que pode ser chamada de últimos tempos aqui na região, com a divisão territorial que estamos prestes a fazer nas TIRSS, entregando uma larga parte de nosso território para as nações que dela se apossarão em nome da defesa dos povos indigenas e da criação de uma pátria indigena livre, com a posse das imensas reservas minerais que lá existem e a ocupação da amazônia por gente que dela se enamora por muitos séculos. Nós que aqui vivemos e que criamos nossas familias, empregos, riquezas e fazemos a diferença entre a dependência direta do governo federal ou a riqueza gerada pelo trabalho que aqui fazemos, passamos de geradores de riquezas em geradores de preocupação para nossa gente, isso ocorre quando nos expulsão de nossas terras em nome da manutenção da cultura dos povos indigenas, expulsando quem produz, quem dá emprego e gera riqueza e entregando à mercê sabe Deus de quem. Roraima, na região das TIRSS produz todo o arroz que se consome na região norte do Brasil, com qualidade melhor do que é produzido no sul do país, emprega uma enorme quantidade de indigenas que não se alinham aos padres podres , pastores bandidos e Ong's ladrões quer lá estão para desestabilizar o pequeno laço de equilibrio que lá existia, isso em troca de uma promessa de manter as raízes culturais dos povos, isso sendo assim, a primeira coisa à ser feita é expulsar todos os não indios de lá, deixar que eles se organizem e vivam do extrativismo que eles querem, sem interferência dessa corja de ladrões que lá estão instalados.
Ficaremos à mercê dos grandes produtores do sul, das indústrias que se apoderaram do fornecimento de alimentos e dos corruptos do governo safado que temos e da justiça de circo que vemos no Brasil.
SELVA!!!!!!

PARABÉNS PELA COVARDIA!!!!!!

O mundo assiste de camarote uma das maiores demonstrações de covardia dos judeus contra o povo palestino, uma brutalidade tão grande que os seu governantes deveriam ser julgados por crime contra a humanidade. A diferença entre a vida e a morte nos territórios palestinos depende da vontade de um soldado bunda suja ou uma soldada bunda suja de Israel, a boa ou má vontade deles é que determina se um doente ou ferido pode ou não entrar em Israel ou não, isto se reflete em outras instâncias do povo israelita, eles segregaram uma população enorme que vive na palestina, isso tudo aos olhares complacentes de todas as organizações internacionais de defesa da vida, a ONU, dominada pelos americanos que viceralmente são ligados aos judeus, nunca fez nada para mediar os conflitos, as ONG's que vivem metidas aqui na amazônia, enchendo o saco do povo brasileiro e roubando nossas riquezas, a anistia internacional, essa imundicia que só vê as coisas nos países pobres, nunca nenhum deles se voltaram para o genocídio que os judeus fazem no oriente médio, não se compadecem da população séria e honesta que lá vivem; Os atentados de 11 de setembro foram um clamor do povo árabe contra o terrorismo imposto pelo estado americano e Israel contra a população árabe mundial, foi uma alerta de que a coisa pode piorar e que a guerra de atentados é uma resposta aos F16 Israelenses e americanos que despejam centenas de toneladas de explosivos sobre a cabeça do povo palestino, sem nenhuma retaliação dos "donos do mundo".
Eu particularmente sou contra qualquer tipo de violência, sou da opinião de que os povos vivendo em paz, poderão ter maiores chances de desenvolver e viver melhor, essa história que que precisa-se intervir aqui ou ali, é balela de quem quer vender, testar e treinar suas armas sob a cabeça dos mais fracos; Porque os americanos que fornecem 100% do material bélico doa judeus não fornecem aos palestinos um material igual, assim sería uma guerra justa e havería um respeito ao povo palestino e árabe de uma maneira geral, diferente do existe hoje, todo o cidadão árabe/palestino é considerado bandido, terrorista ou outra pejoração qualquer, em todos os lugares do mundo, isso ocorre pela mídia americana e judia que fazem a cabeça dos menos avisados e pelo apelo diário que fazem, viram todas as opiniões contra os povos árabes.
Precisamos entender que cada ataque palestino contra Israel é resposta aos máus tratos que eles recebem diáriamente desse povo, tiram a água hoje, o combustível amanhã, o remédio depois, como é que eles podem viver nessa situação? Escravos? Sub-raça? Não! Este povo merece ser respeitado, não só pelos judeus, mas por todo mundo.
Não me alinho aos movimentos defensores do povo palestino ou árabas, não me alinho à Bin Laden, embora eu o ache uma voz no deserto, admiro sua luta embora não aprove seus meios, mas lembrem que ele é um embrião do que o povo árabe unido pode fazer. De uma união árabe pode surgir uma grande potência bélica no mundo, maior do que todas as outras juntas, seja pela força econômica, seja pelo treinamento de suas tropas que jamais conheceram a paz ou seja pela obstinação de que lutam pelo seu ideal, eu ainda quero estar vivo para ver algo parecido com isso acontecer e ver as nações terem o direito da igualdade respeitados, ver o Irã ter o direito de ter uma indústria atômica em sua pátria, ver a palestina livre e porque não, ver Israel sem temor pelas retaliações palestinas pelos atos covardes que comete contra eles.
Repito, o povo judeu é o maior responsável pelos atos que recebe dos palestinos, são suas ações do dia a dia que fazem as explosões da fúria na região, são suas atitudes de segregação que fazem o povo palestino vingarem suas mortes, por sêde, doenças, remédios, combustíveis(numa época de frio intenso, neve e fome, Israel fechou as fronteiras), assim não condenem os "atentados" que eu chamo de atos de defesa, não condenem os homens bomba, pessoas desesperadas que tentam em vão protestar contra o opressor. Criem uma força multinacional liderada oela ONU essa imundície que só vê os ricos, tentem realmente dividir os territórios em troca de uma paz e em troca de uma vida justa aos povos palestinos e árabes!!!!!
SELVA!!!!!!!!

domingo, 21 de dezembro de 2008

OBRIGADO PELO APOIO!!!!!!

Tenho recebido muitos emails, scraps e telefonemas, parabenizando-me sobre meus posicionamentos em relação à RAPOSA SERRA DO SOL, muitos hostilizando os indigenas pelos acontecimentos que estão ocorrendo por lá, eu particularmente e isso deixo bem claro em todos os meus escritos, nunca serei contra eles, até que exista uma razão forte para isso; Preciso esclarecer alguns pontos sobre a questão para não haver mais nenhuma dúvida sobre isso, que não exista nenhum resto de ânimosidade contra meus irmãos indigenas.
Primeiro eu tenho certeza de que os verdadeiros culpados pelos ocorridos em Raposa Serra do Sol são os padres do CIMI, cambada de vagabundos que enfiam goela abaixo as suas crenças nos indios e pregam que devemos manter suas raizes!!!!!! Agitam os indigenas como massa de manobra para terem lucros com suas terras, suas riquezas, não tendo como impecilho a lei doas brancos, usarem o povo indigena, fazerem uma série de atrocidades contra eles, usarem suas crianças(SÃO PEDÓFILOS) e obterem sua impunidade; Segundo eu culpo os pastores, cambada de vagabundos, ladrões e tiranos, enfiam sua religião nos pobres indigenas e lhes imputam uma série de culpas e medos, escravisando-os em nome de uma salvação que por certo eles mesmos não a terão;Terceiro, sem nenhuma dúvida, são as ONG`s internacionais que se infiltram no seio da comunidade indigena com intuito de ajuda humanitária e na verdade são agentes dos países interessados nas riquezas e no estudo do subsolo para fins econômicos, são gente especializada em agitação social e altamente perigosa, basta ver o fato de que hoje nas TIRSS existem mais ONG`s do que em todos os estados do nordeste juntos e olha que a população das TIRSS não estão entre as que correm risco de fome, epidemia ou outro motivo relevante qualquer!!! Essa gente está lá com bons princípios? Impossível haver tanto interesse naquelas comunidades que julgamos ter 19mil indigenas, mas na verdade não passam de 3 ou 4 mil.
O que realmente ocorre nas TIRSS é uma manobra de alto cunho separatista, orquestrada pelo poder internacional e com interesse na criação de uma "NAÇÃO INDIGENA LIVRE" basta para isso atentarem para o que me escreveu uma de suas componentes que se chama de SARLENE a qual eu desconfio não existir na verdade e que seja alguém se passando como uma pobre indigena para obter alguma informação para algum grupo interessado na questão.
O Brasil perdeu a vergonha de se corromper, perdeu a coragem de enfrentar a corja de ladrões que mina este governo imundo que ai está, perdeu o sentimento de brasileirismo, civismo e o amor pela nossa integridade, coisa que tantos deram a vida para mantê-la, hoje é dada de mãos abertas para que sejam ocupadas por gente que nem lá devería entrar!
Espero ter dado meu recado, espero ter alertado que haverá uma guerra em TIRSS, com muito sangue derramado, muitas mortes de brancos e de indios, mas não esqueçam de que a culpa é deles, os que lá estão como salvadores dos irmãos indigenas!!!!!!
FELIZ NATAL!!!!!
SELVA!!!!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

MINHA AMIGA SARLENE DE RAPOSA SERRA DO SOL

Recebi este scrap em meu Orkut, da mesma pessoa de tempos atràz, trata-se de uma indigena(parece) que mora em Raposa Serra do Sol(talvez) e não gostou do que eu escrevi sobre a decisão do STF sobre a TIRSS, o que passo na íntegra abaixo e por fim eu concluo o assunto:

PALAVRAS DE MINHA AMIGA SARLENE:

Olá Beto,e tu achas mesmo que o Supremo iria tonar esta decisão se realmente as nossas fronteiras tornassem vuneráveis. tu sabes bem que esta parte apenas pertence ao território tupiniquin porque os povos que ali habitam se declararam brasileiros. a decisão do Supremo com ressalvas foi sábia e se percebe uma angústia e um tom preconceituoso qdo afirmar que a TIRSS vai se tornar um território sem lei. De qualquer forma, vamos lutar por nossos direitos como indígenas e acima de tudo como cidadãos brasileiros.Felicidades!!!
Tuas palavras são fortes e muitas vezes convincentes. Nunca soube realmente com quem tenho trocado scraps nesse tão conturbado tempo. nunca soube realmente de que lado estais. se me disseres que estais do lado do Brasil eu posso afirmar-te que estou do lados dos povos indígenas brasileiros. Dei uma olhada em teu blog... muito interessante, mas não achas que mostra teu furor ao escrever trechos como "...entregando à gente que só gera despesas e problemas para o próprio povo, gera custo e cria uma série de problemas para nossa sociedade..." Enfrentamos pessoas com esses pensamentos retógrados e

MINHA RESPOSTA:

Olá Sarlene, desculpa-me se não fui claro o suficiente ao afirmar "...entregando à gente que só gera despesas e problemas para o próprio povo, gera custo e cria uma série de problemas para nossa sociedade..." , quando eu referi a isso eu estava me referindo aos nossos irmãos indigenas que se passam como massa de manobra dos mal intensionados que habitam a TIRSS, jamais me referi aos irmãos indigenas como um todo. Sería leviano afirmar tal coisa sem conhecer esta região e os problemas nela gerados. O povo indigena que acredita na salvação vinda dos padres e pastores, gente que não devería estar em vosso meio, já que o povo indigena devería ter seus costumes protegidos e portanto o aculturamento por eles imposto é maligno e deve ser extirpado de vosso meio, as ONG`s que ai habitam, são na verdade um bando de aproveitadores e estão por puro interesse econômico, não com ares humanitários.
Portanto querida Sarlene, estou à favor do justo e me preocupo com vosso povo mas não me atrai a idéia de que vossa gente será mais feliz sem os brancos nas TIRSS. O que na realidade dos que não estão alienados aos padres, pastores e outros entrometidos em vosso meio pode ser ruim para vocês, pode ser bom para os brancos e vice versa, eu particularmente sou temeroso não ao que foi decidido pelo STF, mas sim ao que poderá acontecer depois disso, na saúde, educação, segurança e cidadania dos irmãos indigenas. Conheço todas as dificuldades que os povos indigenas enfrentam com a Funasa, Funai e com a discriminação dos brancos ignorantes que não sabem reconhece-los como irmãos; acompanho todas as ações referentes aos indigenas, vejo as atrocidades que fazem com eles e certamente não sou à favor disso.
Tenho a minha opinião sobre esse episódio e minhas preocupações sobre as ações vindouras de que vossa gente será alvo, como em primeiro lugar as ações do Governo do Estado de Roraima, Exército, Prefeitura de Pacaraima, visto que essas instituições são os maiores mantenedores dos serviços essenciais ao vosso povo, quando me refiro a isso, não estão aqueles que vivem viajando e por certo têm mantenedores com outros interesses já que indigena não têm aspirações nem reservas financeiras para viver a relidade fora do seu meio e aqueles que o fazem, por certo não deveríam ser considerados indigenas e deveriam abdicar o direito de se manter como inimputável, sendo assim sujeito à lei que eles invocam mas não respeitam.
Temo pelo futuro dos povos da TIRSS, pelo que virá nas disputas pelos territórios amplos que conquistaram e pela segurança dos menos favorecidos, já que por certo haverá etinias que serão beneficiadas em frente a outras, temo pela escravização dos menos favorecidos e principalmente pela não presença da lei entre os povos indigenas.Isso Sarlene, pode te fazer ciente de que eu jamais estarei contra os povos indigenas que são realmente indigenas e que lutam para se manter em seus costumes e credos, mas estarei contra os que fazem deles a massa de manobra para se locupletarem com suas riquezas e se promoverem com sua ignorância, estarei contra os padres e pastores podres, pedófilos, bandidos e sujos, ONG`s picaretas composta de bandidos e safados que se aproveitam dos irmãos indigenas com promessas de migalhas para estudar as vastas riquezas que a TIRSS possui.
Por fim minha amiga Sarlene, sou à favor dos que trabalham, geram riquezas, empregos e bem estar para a sociedade, sou à favor da integridade de minha pátria e de uma AMAZÔNIA única, unida e forte.Espero ter sido claro em minhas colocações.Um abraço!!!SELVA!!!!!!!!


Como podem notar, trata-se de uma indigena(eu acho) e que se diz brasileira(tupiniquim) por que seu povo se diz brasileiro; Fazendo que a gente passe a entender as reais intenções de pessoas como ela. Isso sómente faz que fiquemos ainda mais preocupados com a besteira que nosso judiciário fez, porque quando essa gente não mais quizer ser brasileira, para onde e para qual pais eles venderão nossas terras? Onde ela aprendeu isso? Quem está por traz deles?
Esse tipo de gente que se diz dona da verdade e que está acostumada a lidar com mentes retrógradas, na verdade são agitadores e mal intensionados que recebem treinamento de ONG`s, padres e pastores(vagabundos), para agitar e fazer com que gente pacífica se torne massa de manobra para seus interesses escusos em ações sociais, gente que com dinheiro de origem duvidosa, viaja o mundo aprendendo táticas de manobras sociais e se passam como indigenas, não só no Brasil, mas em vários países com o simples intuito de desestabilizar a sociedade em prol de interesses internacionais.
SELVA!!!!!

domingo, 14 de dezembro de 2008

NOSSO SENTIMENTO !!!!


PERDEMOS EM RAPOSA SERRA DO SOL

Acompanho com certo otimismo a votação do STF sobre a questão da TIRSS, sinto que a campanha que participamos em prol da integridade de nossa pátria, com o pedido de vistas do ministro Direito, está surtindo algúm efeito e está fazendo que os ministros do STF vejam o perigo que é manter essa imensidão de terras sem a proteção das FFAA, entregando à vontade da ONG`s que lá estão. Hoje estou completamente descrente, vejo que o pedido de Gilmar Mendes foi apenas para palear o efeito de um desabastecimento de arroz eminente no norte do país, caso houvesse uma decisão neste momento, embora saibamos que com os oito(8) votos dos ministros, restam apenas três(3) portanto esta batalha nós já perdemos, resta agora esperar o teatro que criarão para retirar os arrozeiros das terras que eles compraram do próprio governo, resta ver a propaganda da Polícia Federal retirando gente trabalhadora que paga impostos e gera milhares de empregos na região e entregando à gente que só gera despesas e problemas para o próprio povo, gera custo e cria uma série de problemas para nossa sociedade; entrega terra brasileira para as ONG`s composta de bandidos, para o CIMI de padres podres, pedófilos, vagabundos e para Pastores bandidos, pedófilos, vagabundos, criando assim uma nova fronteira entre o Brasil que produz e o Brasil que está entregua aos vagabundos, quando me refiro aos vagabundos, não me refiro aos indigenas de uma forma geral, me refiro àqueles que se locupletam com as migalhas que esses bandidos internacionais lhe dão, me refiro àqueles que fazem a desgraça da maioría dos povos indigenas, me refiro àqueles que inflamam os povos e assistem de pé a desgraça.
Vejo agora uma desgraça eminente, quem dos indigenas, qual a etnia que ficará com as melhores áreas da TIRSS? Quem vai distribuir remédios, escolas, segurança, comida e transporte na TIRSS? Sim, isso tudo era distribuido pelo estado de Roraima, Exército Brasileiro, Arrozeiros de Roraima e Prefeitura de Pacaraima, agora em diante nenhuma destas organizações farão qualquer coisa por eles e a Funasa, Funai e Ong`s e esse bando de bandidos da igreja católica e dos evangélicos vagabundos irão falar aos quatro ventos de que os pobrezinhos dos indios de Roraima estão abandonados, doentes e famintos!
O mais perigoso e triste é que eles os indigenas de várias etnias diferentes, são inimigos seculares e com certeza entrarão em sangrentas batalhas por disputa de melhores áreas e maiores, então nesse momento, onde andarão os salvadores dos povos indigenas? Entrarão eles na frente das espingardas e das flechas dos indios? Farão um acordo de paz entre os indios? Nada, se não morrerem nas mãos dos indios, fugirão para as cidades e voltarão sómente para encaminhar as almas!!!!!!!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sarlene, amiga da Raposa Serra do Sol!!!

Hoje eu recebi um recado(scrap) no meu Orkut, ele vinha de uma irmã indigena que mora em Roraima, segundo ela na reserva litigiosa, e interessante que ela se tornou minha amiga pelo fato de eu ter contestado seu idioma espanhol em suas escrituras no site, ao que ela respondeu que era pelo fato de ter morado em outros países sul americanos, até ai tudo em ordem, até que estranho o fato de ter uma indigena, oriunda de um povo que contesta a presença de brancos(arrozeiros) em suas terras e que quer manter suas tradições tribais, ter acesso à web, usar carros, ter televisão(novelas da globo) e mesmo assim querer permanecer inimputável e manter a proteção governamental sob o comando da Funai, isto é: Fazer o que bem querer e não ser atingido pela lei!!!!!
Essa introdução eu faço para comentar sobre as perguntas que ela me dirigiu, inclusive alfinetando os arrozeiros sob o argumento de que eles não estão interessados na soberania nacional e sim nas terras da TIRSS, perguntou minha sincera opinião de que eles são as vítimas ou são os culpados, ainda sobre o que eu tinha para falar sobre isso tudo; Respondi que sou amazônida e que respeito os irmãos indigenas e que sou um apaixonado por esta terra e por este povo, assim me sentia à vontade para responder com o máximo de sinceridade possível, para isto eu sou da opinião de que se eles estão querendo demarcação de suas terras contínuas, querem manter as tradições tribais, manter a cultura milenar dos seus antepassados, não via razão para manter esses padres do CIMI, esses pastores evangélicos e essas ONG's, enfiando goela abaixo seus credos, seus remédios e sua cultura(carros, tv's, telefones, escolas, comidas e demais costumes brancos), fazendo o povo indigena de indigente e"salvando"esses povos dos terríveis males que representam 12(doze) arrozeiros que empregam mais da metade dos indigenas que vivem realmente na TIRSS, isso porque a maior parte que hoje está lá, veio em busca de terra fácil e dinheiro de indenização que as ONG's apregoam que eles tem direito. Falei ainda que era estranho ter em Roraima, mais ONG's do que em todo o nordeste junto e que lá existem mais de que o triplo de indigenas do que em Roraima, que no nordeste existe fome, pobreza e doenças o que não existe na TIRSS e em nenhum ponto da amazônia, será que eles não estranham o interesse desses ladrões na nossa região? Falei que eles não estão atentando para o fato de que hoje eles fomentam a discórdia entre brancos e indios e amanhà fomentarão esse ódio entre os povos indigenas, porque o interesse deles é sómente nas riquezas da terra e nunca tiveram um único interesse no povo indigena. Pedi para que tivessem o bom senso de que os 2% ocupados pelos arrozeiros nada representam para uma reserva tão grande, que não se discute a propriedade das terras, mas a maneira de expulsar gente honesta e que produz divisas e dá retorno para o povo indigena, pedi ainda que se cobrasse aluguel das terras e o dinheiro fosse revertido em beneficio dos próprios indios, porque hoje eles estão brigando com gente que tem como algozes os próprios governantes ladrões, que estão recebendo dinheiro das grandes nações interessadas em tornar área internacional e tirar a soberania brasileira sobre essa região, mas amnhã eles se enfrentarão entre si, para obter as melhores áreas da reserva e o que veremos será uma luta sangrenta, sem lei branca, valendo a lei selvagem do mais forte, dai veremos o que é derramamento de sangue. Isso tudo nada tem com soberania nacional sobre a TIRSS, soberania tem a ver com as cobiças internacionais, nada tem de soberania entre brancos arrozeiros, que são vítimas iguais os indigenas, só que eles são vítimas de acreditar no governo safado que além de ludibriá-los com financiamentos de máquinas e plantios por vários anos, hoje são expulsos das terras que o próprio governo vendeu! São vítimas em acreditarem nos governantes de que estavam desenvolvendo Roraima e tornando a amazônia de importador a exportador de arroz, talvez com a melhor qualidade do país,são vítimas tambem os nossos irmãos indigenas que estão sendo ludibriados por um bando de estrangeiros de ONG's picaretas, padres e pastores podres, pedófilos que se aproveitam da batina para se aproveitarem das crianças indigenas, impondo uma cultura podre e fazendo acreditarem num mundo que eles não terão nunca, infelizmente no dia que os arrozeiros se forem, ai sim a guerra de verdade inicia.
Tudo isso eu expliquei hoje e em outras ocasiões para essa moça que se diz brasileira, embora eu realmente não acredite, mais me parece uma jovem aliciada pelo CIMI e que acompanha os passos desses padres imundos que se metem em tudo por lá e fala espanhol!
Bem, fica aqui bem afixado os argumentos que usei com ela e podem serem vistos no seu Orkut que atende pelo nome de SARLENE-RAPOSA SERRA DO SOL.
Espero ter dado meu recado e quem sabe fazer algumas pessoas que por certo orquestram essa pobre indigena, saberem que nós não somos bobos e que seus planos são sabidos pelos homens de bem deste país.
SELVA!!!!!!!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

MISSÃO AMAZÔNIA 2008


Missão Amazônia 2008
Defesanet 02 Outubro 2008
Missão Amazônia
General Heleno: Entrevista exclusiva com o Comandante Militar da Amazônia

Kaiser KonradEnviado EspecialComando Militar da Amazônia
Manaus: É o maior comando militar em área de selva do mundo e o de maior extensão territorial da América Latina. Está situado numa região de constante tensão. No panorama externo é onde o Brasil faz fronteira com sete países, onde há forte presença de guerrilheiros, tráfico internacional de drogas, crimes ambientais, biopirataria e a cobiça internacional. No seu interior, a preocupação maior é com a agitação provocada pelos movimentos sociais e questão indigenista, que por vezes promovem ações e discussões que colocam em risco a segurança nacional e a soberania territorial.
O Comando Militar da Amazônia, sediado em Manaus, é hoje o comando de área com maior expressão no cenário nacional. Ele inclui seis estados e parte de outros dois numa área de responsabilidade operacional de 3 milhões e 600 mil km², reunindo um efetivo de 25 mil militares, podendo chegar a 28 mil com a instalação de três novos batalhões.
Seu comandante é General-de-Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira. Com um extenso e singular currículo militar, ele foi em 2004 o primeiro comandante da força militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Polêmico ao criticar abertamente a política indigenista do Brasil, ele é hoje um dos militares mais admirados e reconhecidos na caserna e, principalmente fora dela, já que colocou na agenda nacional a discussão de um tema que está relacionado ao futuro de todos os brasileiros.
Defesanet esteve no Comando Militar da Amazônia. Acompanhe uma entrevista exclusiva com o General Heleno:
Transferência de unidades de outras regiões do País à Amazônia
General Heleno: Já tivemos três brigadas transferidas para o CMA. A mais antiga saiu de Petrópolis-RJ para Boa Vista, atualmente a 1ª Brigada de Infantaria de Selva. A 2º Brigada de Infantaria de Selva que saiu de Niterói-RJ está sediada em São Gabriel da Cachoeira, e a Brigada das Missões, que tinha sede em Santo Ângelo-RS foi para Teffé. Essas brigadas foram resultado de um esforço enorme do Exército para transferi-las à área amazônica, devido à crescente importância da região e a diminuição da importância estratégica em outras regiões do país.
Em termos de equipamentos, quais as necessidades do CMA?
General Heleno: Se nós verificarmos os nossos sistemas de armas, podemos começar pelo equipamento de uso individual, que precisa ser reformulado e aonde temos sérias deficiências. Usamos um fuzil que tem 43 anos. Existe a intenção de começar a raciocinar com o conceito de soldado do futuro, que usa uma equipagem leve e permite ao combatente acessar tecnologias sofisticadas. Se pensarmos em termos de artilharia antiaérea, nós temos muita coisa a acrescentar neste teatro de operações, assim como na artilharia de campanha. Devemos buscar também uma melhora considerável no sistema de armamento anticarro.

Existe a necessidade da aquisição de helicópteros de ataque?
General Heleno: É óbvio. No caso na Amazônia, raciocinando que na guerra moderna, além da Dissuasão, a estratégia mais importante é a da Projeção de Poder: a capacidade de colocar a força desejada no local escolhido dentro do menor tempo possível. E quando se fala nisso, ainda que vulnerável, a plataforma de combate necessária é o helicóptero. E obviamente os helicópteros de ataque são prioritários e eu os quero aqui com urgência.
Aeronaves de asa fixa?
General Heleno: Existe um estudo ao nível do Comando do Exército e Ministério da Defesa sobre a aquisição de aviões de Comando e Controle capazes de atender a determinados níveis de comando e que nos dariam uma mobilidade maior dentro de nossa área de atuação. Sobre outras aeronaves, entendo que o poder aeroespacial é responsabilidade da Força Aérea Brasileira e não queremos nada que possa interferir nas missões dela.
A possibilidade de acontecer uma guerra na região
General Heleno: A possibilidade é remota embora eu acredite que temos que nos preparar para isso. Se fizermos uma análise do nosso relacionamento com as nações vizinhas veremos que não temos nenhum problema, somente aqueles que são comuns. Eventualmente há alguma tensão, natural de países livres, independentes e soberanos, que podem ter interesses antagônicos mas que também podem ser resolvidos pelas vias diplomáticas. Com relação a outras potências que possam vir a se interessar num conflito com o Brasil, não vejo a curto-prazo esta possibilidade. Tenho dito que seria no mínimo imprudente achar que o Brasil não tenha que respaldar algumas decisões políticas num poder militar compatível com sua estatura estratégica.
Cobiça internacional da Amazônia
General Heleno: A cobiça internacional não é uma paranóia dos militares. Ela tem sido expressa nos discursos de autoridades de diferentes países, o que reflete uma cobiça que não é explícita e não tem endereço, ainda, mas é genérica. No momento que verificamos o potencial da Amazônia, tudo que ela já mostrou que tem e o que ainda não foi prospectado mas sabemos existir, tudo isso faz com que devemos nos prevenir contra esta cobiça internacional. A conquista desses objetivos extra-territoriais poderá ser atingida sem guerra, subreptíciamente, por ações políticas e de infiltração e, de repente, poderemos nos deparar com um cenário aonde já temos muita coisa usurpada sem que haja um conflito bélico. Esta é uma questão que nos traz muita preocupação. A presença do Estado brasileiro na região é fundamental para neutralizar quaisquer interesses escusos.
Política indigenista
General Heleno: Tudo que tinha que falar eu já falei. Algumas providências foram tomadas e vamos caminhar para encontrar uma solução ideal. É um tema polêmico e que tem que ser discutido não por poucos indivíduos, mas por toda a sociedade brasileira.
O futuro da presença das Forças Armadas na região amazônica
General Heleno: A presença militar na Amazônia tem um papel preponderante e sua importância pode ser sentida toda vez que nos afastamos das metrópoles regionais e vamos para as proximidades das fronteiras, onde a presença do Estado diminui, e a do Exército, com seu Braço Forte e Mão Amiga aumenta. A FAB realiza há décadas um papel fantástico em proveito das populações desassistidas da região, e a Marinha, que faz um trabalho essencial ao longo da calha dos rios navegáveis. Tenho certeza que esse papel não vai diminuir. O que queremos são parceiros e que eles se façam mais presentes, que é o caso da Polícia Federal, INCRA, IBAMA, Receita Federal e FUNAI, para que nos unamos no trabalho em prol da Amazônia.
Considerações
General Heleno: Quero registrar o orgulho e a honra que tenho por ser o Comandante Militar da Amazônia. Hoje, servir na Amazônia é questão de escolha e não castigo como outrora. Nossos melhores profissionais passam por aqui dando o máximo de si, pois sabem que esta área é importante para o futuro do Brasil.

sábado, 27 de setembro de 2008

ESSES MILITARES INCOMPETENTES

Augusto César C. Barros.Em 31 de Março de 1964, militares e civis, atendendo clamor da população ordeira do Brasil -que se manifestou contra o caos vigente em praças públicas do Rio deJaneiro, São Paulo, Belo Horizonte e outras capitais, alcançando um númeroacima dos 3 milhões de brasileiros com espírito cívico -, deram um basta, umponto final, aos simpatizantes da ideologia comunista, em sua segunda tentativade tornar o Brasil mais um satélite, da Extinta União das Repúblicas Soviéticas- URSS, tipo um Sputinik, um satélite tipo Cuba ou um Vietnã, como afirmamestes comunistas em seus livros bibliográficosconfessando suas reais intenções.Na época, com as greves políticas, insubordinação nas Forças Armadas,desabastecimento dos Supermercados e inflação galopante deteriorando o saláriodos trabalhadores, as incompetentes Forças Armadas atenderam ao clamor populare livraram o Brasil do jugo comunista, que ainda hoje tentam ser vistos comomártires ou heróis pelos seus seguidores após sucessivas lavagens cerebraisMarxistas e da cartilha de Mão-Tse-Tung.Continuaram esses militares incompetentes..... em suas tentativas mal planejadase desenvolvidas em acelerar a defasagem desenvolvimentista brasileiro e o quefizeram ? Não estatizaram as telecomunicações e sim, respeitando os contratosanteriormente pactuados, compraram as empresas de telefonia e criaram aTelebráse conseguiram desta forma, o que não se conseguia antes que no Rio de Janeirotelefones das Empresas TCB e Cetel, que dentro do Estado o assinante só secomunicasse via telefonistas, conseguissem fazer suas ligações diretamente semo auxílio da telefonista.Pior.....criaram a Embratel e estações de Satélite em Itaboraí no Rio deJaneiro, além de redes de Telecomunicações de Microondas, desta formafacilitando as comunicações via satélite não só para o seu emprego na telefonia,mas como facilitou o surgimento das Redes de Televisão de alcance Nacional, aidéia de se desenvolver o Pólo Industrial nas Telecomunicações era idéia dejerico, tanto que isto tudo foi vendido a preço de banana caribenha, quando sóse podia ter acabado com o monopólio.Mas, Telecomunicações não é assunto de SegurançaNacional........ tanto que por isso os EUA não deixam empresas estrangeirasassumirem o controle das suas, o desenvolvimento das Telecomunicações feita noBrasil na década de 60/70 é muita incompetência desses militares....Para piorar, esses incompetentes......... acreditando na falácia de que oPetróleo é nosso, o que fizeram: aceleraram as pesquisas para a prospecção depetróleo e acreditaram na viabilidade do projeto considerando a relaçãocustos x benefícios e incrementaram a prospecção em plataformas submarinas naBacia de Campos, daí surgindo o maior pólo petroquímico do País no Estado doRio de Janeiro.Mas não, esses militares incompetentes,.......... sem planejamento nenhum e coma crise do petróleo o que fizeram, incentivaram pesquisas de biocombustível, edaí surgiu um tal de ÁlcoolCombustível o tal do Etanol, pra quê isto, cana de açúcar, só serve pararapadura e cachaça, pinga, manguassa, mas que piada, são mesmo unsincompetentes, isso não dá certo não, o Bush só veio ao Brasil para tratar doassunto com o Lula sobre Etanol, pois os dois tem algo em comum, são pinguços,este negócio de biocombustível não poluente e de combustível renovável, éconversa para boi dormir, o interesse mesmo é na manguassa.

Outra incompetência desses militares......... com que intuito queriamdesenvolver a industria aeronáutica no Brasil, para o quê criaram a Embraer,para construir aviõezinhos, com mão de obra brasileira, técnicos formados emEscolas Técnicas brasileiras e engenheiros incompetentes do ITA, desteinstitutozinho mantido por militares e com colaboração de professores civis emilitares a exemplo do IME, mas santa incompetência dessesmilitares,............. qual finalidade da Embraer, fazer uns aviõezinhos e serresponsável pela maior exportação industrial do Paísatualmente, santa incompetência desses militares, piada maior que essa só a deimplementarem um parque industrial da construção naval e construírem na épocanavios petroleiros para a Frota da Fronape - Frota Nacional de Petroleiros,tipo o Maruim, José de Bonifácio, petroleiros vagabundinhos e o emprego na áreanaval com força toda a frente e vislumbrando do passadiço o mar de almirante,santa incompetência desse militares.E para rir mais ainda, criaram a Embrapa, para desenvolver a pesquisaagropecuária e junto com as Emateres dar suporte técnico aos agropecuaristasbrasileiros, e aumentar a produção de grãos, do gado de corte e de leite, desuínos e pesquisas de qualidade e genética, mas que piada desses incompetentesmilitares.Para continuar rindo esses incompetentes transformaram o Brasil da 40ª economiado mundo em 8ª, com PIB bem acima de valores ridículos de 2,9 ao ano só nãosendo hoje suplantado pelo Haiti, mas é piada de português desses militaresincompetentes.E incompetência maior e esta não épiada, acreditaram em Lei de anistia em sua tentativa de pacificar o País e deque todos os brasileiros vivessem uníssono em território nacional para que nóssuplantássemos nossos problemas, sem mágoas, com patriotismo, civismo.Quanto aos presidentes daquele período - incompetentes - nenhum ficoumilionário quando presidente e nem seus chefes militares que viveram e morrerame alguns ainda vivem somente de suas parcas remunerações de militares poracreditarem numBrasil maior, no espírito público, no civismo, no patriotismo, e algumas viúvas,filhos e filhas destes militares só tem como recordação destes seus entesqueridos perdidos na luta contra a implantação do comunismo no Brasil, suaseternas imagens imortalizadas em suas mentes e corações.Alguns destes brasileiros que lutaram, morreram e acreditavam em um Brasilmelhor como o Major EB José Julio Toja Martinez , assassinado pelosterroristas do MR-8 Mário de Souza Prata e sua amante Marilena Villas-Bôas,Pinto , esta se passando por grávida, com barriga falsa, de onde sacou sua armapara atingir o Major, quando este pensando se tratar de uma transeunte normalfoi auxiliá-la para tirar da linha de fogo e foi mortalmente ferido.Também podemos pensar nos familiares do Industrial Henning Albert Boilensen umdos fundadores do CIEE - Centro Integração Empresa Escola, que ajuda váriosestudantes de nível médio e superior para conseguir o seu primeiro estágio e secapacitar para o mercado de trabalho, dinamarquês naturalizado brasileiro,presidente do Grupo Ultragás, assassinado em 15 de abril de 1971 um ComandoRevolucionário, integrado pelos terroristas Yuri Xavier Pereira, JoaquimAlencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio deMatos, covardemente assassinou Boilesen.Mesmo com estes atos de Terrorismo........ os incompetentes militares tentaram apacificação com a anistia e muitos destes assassinos recebem indenizações comoperseguidos da ditadura.Talvez os que dizem serem os militares tão incompetentes, tivessem dado valor aestes se eles tivessem adotado o que bem fez o regime ditatorial cubano efuzilado todos oponentes, ou mantidos em prisões.É, esses militares são mesmo incompetentes: preferiram a anistia ! ! !

sábado, 20 de setembro de 2008

A REVOLUÇÃO SILENCIOSA

Não espere tanques, fuzis e estado de sítio. Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevê e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades. Não espere tanques nas ruas. Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades. Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas. Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto. A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar. Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valoração do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem. Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática. Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos não serve. Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações. Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser “humano” e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros. Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando. Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por conseqüência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente. Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem. A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.
A constatação que faço é simples. Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário. Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.
No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa. Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos. Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que “tem” e é “dono” de algo, enquanto outros nada têm. Como se houvesse relação de causa e efeito. Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro. O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade. Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”. Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais”. E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem? João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros. O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”. Essa é A revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas. Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista. Tristes são as conseqüências. Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio. Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim. A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.
O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, fazer pensar, incomodar os agentes da Stazi silenciosa. Não há silêncio que resista ao barulho.

domingo, 7 de setembro de 2008

ESTAREMOS NA ONU!!!



No próximo dia 15/09 estaremos na sede da ONU em Nova York-EUA, das 11:30 até às 13:30 para a palestra "A AMAZÔNIA" é uma oportunidade única para defender e dizer um sonoro "NÃO" para aqueles que querem se apoderar de nosso patrimônio e fazer de nossos irmãos indigenas "ANIMAIS" intocáveis de um enorme zoológico humano, fazer de suas riquezas naturais mais um patrimônio internacional!

"NÃO A INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA, ELA É BRASILEIRA!!!!!


SELVA!!!!!!!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

UMA TRISTE VERDADE!!!



O Brasil se aproxima de uma triste realidade, verdade esta que poderá nos levar a ser o próximo alvo das grandes nações, que gananciosas pelo rico subsolo da reserva Raposa Serra do Sol em Roraima(ainda Brasil), nos levarão a um banho de sangue que poderá começar entre irmãos e terminará com a intervenção salvacionista das grandes nações àvidas de riquesas e pouco importadas com a parte humana da coisa. Em conversa informal com o General Heleno, comandante militar da amazônia, ele nos passou sua preocupação quanto ao desfecho de episódio no supremo, nos falou que difícilmente haverá êxito dos Brasileiros que são à favor da reserva em ilhas, mantendo o desenvolvimento da indústria arrozeira e pecuária no estado de Roraima, que com muita certeza haverá a vitória dos que a querem contínuamente, colocando lado a lado inimigos mortais que ultrapassam os séculos, etnias que jamais se toleraram e que serão obrigados a dividir uma mesma reserva, melhor mesmo zoológico humano.

Resta esperar que a reação dos que por certo perderão suas terras, suas economias, sua história de uma vida em prol do desenvolvimento desta região, seja pacífica ou então haverá mais uma guerra, esta antecipada a que irá acontecer entre os próprios irmãos indigenas.

Não é possível acreditar em um governo que entrega um povo à própria sorte, ao léo e ainda se vangloría de defender este povo, o nobre povo indigena! Até bem pouco tempo este mesmo governo incentivava e dava financiamentos para que estes agricultores, brasileiros e centenários donos das terras que hoje são expulsos como bandidos, produzissem arroz,. carne e dessem empregos aos povos da região de Raposa serra do sol, empregos esses que deram dignidade aos irmãos indigenas que dali tiram seu sustento e sua dignidade e que em sua maioría são contrários a demarcação contínua, até porque sabem que serão abandonados à própria sorte e perderão seu ganho, seu sustento e passarão à ser mendigos das ONG's piratas e dos imundos padres e pastores que sujam com suas mãos podres este pedaço do Brasil.

Nos resta rezar para que o Senhor dos Exércitos, olhe com bastante compaixão para que nossos magistrados façam justiça e sejam passados para a história como aqueles que detiveram uma grande sugeira deste governo imundo do PT, uma enorme farsa, entregando mais um pedaço do Brasil para o interesse econômico internacional, onde cinco mil indigenas ou menos, poderão usurfruir de um território tão grande que eles jamais conhecerão na totalidade.

"DIGA NÃO AO ZOOLÓGICO HUMANO QUE ESTÃO CRIANDO EM RAPOSA SERRA DO SOL!!!"

SELVA!!!!!

domingo, 31 de agosto de 2008

MENTIRAS NO SUPREMO!!!!

Outra farsa se descobre na questão da Raposa Serra do Sol, segundo o CIMI(católico) e Conselho Pastoral Evangélico, existem na área dezenove mil indigenas, pergunto: Quem fez essa contagem? Onde estão vivendo essa gente toda? Que pacificou e uniu essas etnias rivais, inimigas de morte desde que surgiram?A verdade é que eles não passam de uns cinco mil indigenas no máximo, até porque essa gente tem que comer, vestir, estudar e ter assistência de saúde, isso é dado pelo governo de Roraima e pelo Exército Brasileiro e essas instituições que cobrem o papel que devería ser feito pela Funai, não têm registro de consumo que confirme dezenove mil pessoas! Isso é mentira!Também é mentira que todos os indigenas são contra a permanência dos arrozeiros que lá vivem e empregam a maioria deles, que moram na cidade de Pacaraima(divisa com a Venezuela) e que vai desaparecer do mapa por conta disso, é lá que eles recebem a saúde, estudam e compram comida.Onde os quinze mil fantasmas comem?Pensem nisso!" AMAZÔNIA É DO BRASIL!!!!!!"SELVA!!!!

MAIS VERGONHA

Sou AMAZÔNIDA, sou intransigente na defesa deste chão, sou apaixonado pelo meu país e principalmente pela minha AMAZÔNIA, não entendo como pessoas que deveríam defender esta terra e o direito de seus cidadãos, se colocam na oposição aos princípios do direito sagrado na constituição brasileira de 1988 e de todas as anteriores onde versam sobre o direito sagrado da propriedade; Se colocam como carrascos de brasileiros que fazem a diferença entre a miséria absoluta de irmãos indigenas e a prosperidade e integração aos moldes dignos de vida, cerceando esses irmãos do trabalho e do salário justo que recebem, impelindo-os a dependência das verbas politicas que muitas vezes não chegam e quando vem, já são roubadas; Aos donativos de ONG's picaretas, padres pedófilos sujos e interesseiros, pastores bandidos inescrupulosos e gente(nações) que só tem interesse nas riquezas que lá existem.Não tenho como entender a diferença que apenas 2%(dois por cento) desta área pode fazer para o mal, se justamente nesta área é que existe a prosperidade, a saúde pública que os indigenas usam(FUNASA,FUNAI,CIMI,ONG'S,CONSELHO EVANGÉLICO, nem abulatório têm na TIRSS) e que nós cidadãos brasileiros pagamos, onde existem as vilas, cidades, educação, saúde e segurança de que os indigenas se beneficiam.Portanto deve haver algúm interesse maior, alguma benesse maior para esses "salvadores" dos povos indigenas ou talvez algúm interesse em criar mais um zoológico humano como outros que já criaram, mais uma fonte de renda escusa para essa corja que busca mais uma vez usurpar os cidadãos e fazendo mais uma vez o povo brasileiro de bobo!"AMAZÔNIA, ÚNICA, INDIVISÍVEL E BRASILEIRA!!!!"SELVA!!!!!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

TRAIÇÃO AO POVO BRASILEIRO-TIRSS

O que aconteceu nesta quarta feira no STF, foi o que podemos chamar de traição a todos os princípios legais desta pátria, se é que ainda podemos chamar de pátria, quando um presidente como o ministro Gilmar mendes abre uma votação dando seu voto favorável a manutenção da posse contínua da reserva Raposa Sera do Sol aos povos indígenas, dando as costas à brasileiros brancos e indigenas também, retirando-os de suas terras onde nasceram, se criaram e ali produzem riquezas e dão empregos aos próprios indigenas que ali, lado a lado, viveram e vivem por mais de dois séculos. As propriedades que estão sendo achacadas pelo governo covarde a corrupto, na pessoa deste animal chamado LULA, todas têm mais de 100 anos de posse mansa e pacífica, ninguém usurpou o direito de propriedade de nenhum cidadão, branco ou indio e agora por interesses escusos estes animais chegam e sem a menor cerimônia eles retiram gente que faz o Brasil melhor, gente que faz o dia a dia daqueles que ali vivem, um pouco melhor, isso porque aqueles salários que são pagos pelos arrozeiros aos que ali trabalham, traz um pouco de dignidade para aquele povo, esquecido pelo governo que agora quer daquela terra fazer mais um zoológico humano, assim relegando os povos aos cuidados do CIMI, ONG's e naturalmente às nações interessadas nas imensas jazidas minerais que ali existem.
Somos um povo que foi levado ao estado total de cegueira, ninguém, nem mesmo nossa justiça tem ao menos o bom senso de disfarçar a farsa ali instalada, ninguém faz mais questão de ser honesto, isso me faz lembrar o velho Rui Barbosa e ter vergonha de ser Brasileiro.........
SELVA!!!!!!!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

ISSO É, OU FOI, DITADURA?

ISSO É, OU FOI, DITADURA?
GRUPO GUARARAPES
NÚMEROS DO GOVERNO MILITAR NO BRASIL.

Sabemos que uma grande parcela da população não vai gostar. Os dados e números, contudo, estão aí para provar o contrário, além do fato inconteste de que o governo militar trocou diversas vezes de presidente, algo que não acontece numa ditadura de
fato, como Fidel em Cuba, Storessner no Paraguai, e tantos outros.
Nenhuma ditadura mantém o Congresso funcionando.
Nenhuma ditadura faz pelo país o que o Governo Militar fez no Brasil, e os números
estão abaixo listados.
CONFIRA, POIS ISTO É HISTÓRIA

NÚMEROS DO GOVERNO MILITAR NO BRASIL
(Talvez, a maior revolução industrial do Século XX)


- Pegaram um país com o 45º Pib do mundo, e 21 anos depois, entregaram aos civis o 10º Pib do mundo.Estamos a 23 anos, sob autoridade civil e ainda estamos em 10º.
PIB - Produto Interno Bruto

Outros feitos (alguns) da 'Ditadura' Militar:'

- A autoridade foi restabelecida e mantida no país por 21 anos.
Não havia bandidos, assaltantes nas ruas, semáforos. Não precisávamos
ter nossas casas armadas com portões de ferro e grades nas janelas,
câmeras de vigilância. Éramos livres!
Corruptos comprovadamente iam pra cadeia sem liminar, sem salvo-conduto, etc.
Castelo Branco demitiu de imediato seu próprio irmão por ter aceitado de presente um
automóvel de uma empreiteira. Seu irmão foi exonerado no dia seguinte, e foi obrigado
a devolver o carro, sob pena de ser preso imediatamente, e a empreiteira saiu da lista
de empresas contratadas pelo governo.
Nada de habeas-corpus, liminares, Cpis.. Simplesmente seria preso, e acabou...

- Criação de 13 milhões de empregos;
- A Petrobrás aumenta a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobras;
- Criação da Nucleobras e subsidiária;
- Criação da Embratel e Telebras;
- Usina Angra I e Angra II;
- Industria aeronáutica, naval, bélica e automotiva;
- Pró-alcool (95% dos carros no país);
- Construídas as maiores usinas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
- Exportações crescem de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões;
- Rede Asfaltada de 3mil para 45 mil Km;
- Redução da inflação de 100% ªª para 12% ªª, sem controle do preço* e sem
massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
- Cursos de mestrado e doutorado;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM; FUNRURAL;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP;
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);
- Duplicação da rodovia Rio Juiz de Fora e da Via Dutra;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em São Paulo , Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas Viracopos, Salvador, Manaus);
- Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Prospecção de Petróleo em grandes profundidades na bacia de Campos;
- Construção do Porto no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
- SNI;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Zona Franca de Manaus;
- IBDF Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal; Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior; INDA Instituto de desenvolvimento agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ64); SFH Sistema Financeiro habitacional;
- BNH Banco Nacional de Habitação; Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, habitacional, Política
e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3mil e remodelada para 11 mil KM;
- Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
- Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
- Matriculas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
- Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
- Estabelecimento de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
- Crédito Educativo;
- Projeto RONDON;
- MOBRAL;

Agora uma pergunta:
- Você sabe, ainda que a nível de boato, que algum militar do tempo da 'Ditadura'
seja ele General, Coronél, Capitão, Soldado, ficou milionário e com dolares em
bancos estrangeiros, antes, durante, ou após o tempo da 'Ditadura' ???
Se souber, use este mesmo email para denunciar.

ISSO É DITADURA???
Que ditadura é essa onde o cara entrava no poder
e saía exatamente com salário equivalente ao
fruto de seu trabalho???

No mais, como diria o jornalista Paulo Martins , (que se trabalhasse na Globo,
Estadão, Rede Record, seria demitido) àqueles que não sabem enxergar:
Vão se catar!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

AMAZÔNIA, PERTO DA DECISÃO!!!

Meus estimados irmãos!Diáriamente estamos lendo, vendo e ouvindo na mídia, notícias sobre a devastação das florestas, terras indígenas Raposa serra do sol, grilagens no Pará, trabalho escravo e infantil, uma infinidade de informações boas e outra de informações falsas, plantadas para haver uma desestabilização em nosso meio, maldosas e que não nos ajudarão em nada. Se aproxima a decisão mais importante dos últimos tempos para a nossa Amazônia, será um marco entre a estabilidade de nossa pátria e possívelmente o enfrentamento de forças entre nossa própria gente, urge que tomemos uma posição em relação a isso tudo, que demos um basta naqueles que nos desorientam e usam de falsos acontecimentos para jogar fora a nossa unidade, é preciso que filtrem todas as informações e saibam o que é ou não é verdade. O julgamento das terras de macunaíma em Raposa-Serra do Sol no estado de Roraima é o fato mais importante dos últimos 30 anos no Brasil e dele sairá a real intenção do governo do PT em manter nossa soberania sobre nosso país ou entregar ao poder das ONG's, dos padres do CIMI(bando de vagabundos) e de outros estrangeiros que querem nossa riqueza, o que de melhor temos: NOSSA PAZ!!!!! "QUEM TEM A AMAZÔNIA, NÃO TEM O DIREITO DE TEMER O FUTURO!!!!"
SELVA!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

DRAUZIO VARELLA

Militares na Cabeça do Cachorro

A coluna de hoje é uma homenagem ao trabalho e à presença dos soldados brasileiros na Amazônia
Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado. O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.
No microfone, a palavra de ordem do capitão: "Soldado Souza, etnia tucano".
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: "Selva!". O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda. Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "Selva!".
Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões. Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.
Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país. É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia. De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe. A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia. O comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí. Anteriormente formado por militares de outros Estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. De acordo com o general Francisco Albuquerque, ex-comandante do Exército, essa opção foi feita por razões profissionais: "O soldado do Sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena". Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: "Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB".Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região -salário. Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário. No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica, administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar. Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente. Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
Como você deve ter percebido, leitor, a coluna de hoje é uma homenagem ao trabalho e à presença dos soldados brasileiros na Amazônia.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

FUNAI ESCONDE VERDADE

Choque de culturas
Funai tenta impedir veiculação de filme que integra campanha de combate à prática de infanticídio entre tribos da Amazônia. Para a entidade, produção generaliza tradições de forma inadequada
Leonel Rocha
Da Equipe do Correio

A Fundação Nacional do Índio (Funai) estuda qual instrumento jurídico vai utilizar para impedir, na Justiça, a divulgação do filme Hakani pela internet e emissoras de televisão brasileiras. Com 36 minutos de duração, o misto de documentário e drama conta a história de duas crianças indígenas enterradas vivas por terem nascido com deficiências físicas e faz parte da campanha contra o infanticídio nas tribos da Amazônia. O ritual ainda é praticado por várias tribos, inclusive os Suruwaha, etnia que vive às margens do Rio Purus, no Amazonas, onde a história do filme se passa. Era nessa aldeia que vivia a menina Hakani. “A Funai está tomando providências para que o vídeo seja retirado do site YouTube, pois entende que o conteúdo denigre a imagem das mais de 220 etnias que vivem no Brasil”, diz a nota da instituição.
http://www.youtube.com/watch?v=RbjRU6_Zj0U&feature=related
Hakani é o nome da menina que nasceu com hipertiroidismo e, por não ter o desenvolvimento físico esperado pela tribo, foi enterrada viva, mas salva pelo irmão mais velho. Depois de abandonada pela família, a criança foi adotada pelo casal de lingüistas Marcia e Edison Suzuki. A menina, que completa 13 anos na próxima segunda-feira, vive e estuda em Brasília. Com versões em português e em inglês, o filme relata, com pequenas adaptações, a história de Hakani e pode ser assistido no site www.hakani.org, criado para ser a principal peça da campanha contra o infanticídio entre indígenas. A história da pequena índia foi revelada pelo Correio no ano passado.
A Funai considerou “escusa” a origem do filme e teme a generalização inadequada de uma tradição indígena. A fundação admite acionar a Polícia Federal para investigar a legalidade da realização do trabalho. Encarregada pela tutela dos indígenas brasileiros, a direção da entidade entende que a questão abordada pelo vídeo precisa ser tratada em uma ampla discussão sobre os direitos humanos universais e a relatividade cultural deles, envolvendo governo, organizações indígenas e a sociedade em geral. A Funai conhece a pratica, mas garante que não é comum a todas as etinias e, mesmo entre as que ainda a adotam, já há alternativas de adoção das crianças doentes por outras famílias para evitar as mortes.

Interferência
Com cenas consideradas exageradamente fortes e até criminosas por antropólogos, o filme foi produzido pela organização não-governamental (ONG) Atini — palavra que significa voz pela vida — e financiado pela instituição evangélica Jovens com um ideal (Jocum), que tem sede nos Estados Unidos e vários escritórios no Brasil. A instituição se especializou na evangelização dos índios e no resgate de crianças marcadas para morrer nas tribos por serem portadoras de necessidades especiais.
O ex-presidente da Funai Mercio Pereira Gomes pediu a interferência da PF, do Ministério da Justiça e até do Supremo Tribunal Federal para impedir a divulgação do filme. “A encenação é criminosa. Os autores têm que ser processados e os demais responsáveis punidos rigorosamente”, protestou Mercio.
Além das cenas na suposta aldeia Suruwaha, o documentário mostra depoimentos do juiz Renato Mimessi, de Rondônia, defendendo a campanha. Também aparece nas cenas o deputado Francisco Praciano (PT-AM), declarando, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos, que a Constituição brasileira não foi feita para índios. O congressista reclamou. Segundo ele, a campanha agride a cultura indígena. “A prática indígena assusta o homem das cidades. Mas também assusta a interferência de entidades religiosas que querem alterar a cultura dos povos indígenas, criminalizando uma prática que ainda não sabemos entender”, protestou.

Megaprodução
Com produção digna dos grandes filmes de ficção e dirigido pelo cineasta americano David Cunningham (A última das guerras), o documentário informa que se trata de “uma história verídica”. Foi rodado em janeiro em uma fazenda da Jocum, nos arredores de Porto Velho (RO), com a participação de índios de várias etnias que vivem fora das aldeias e trabalharam como atores. Em algumas tomadas, foi utilizado até um helicóptero para simular uma ventania. Para filmar o enterro das crianças ainda vivas, a produção utilizou um imenso bolo de chocolate para simular a cova. Com roteiro de Kevin Miller, e narração em português da atriz Irene Ravache, o trabalho teve co-produção do brasileiro Enock Freitas e os cineastas aceitaram trabalhar no filme como voluntários, segundo a Jocum.
Os índios que atuaram no filme receberam cachês, mesmo sendo amadores. “O direito à vida é mais importante que o direito de preservar as tradições. Todas as culturas evoluem e precisamos superar essa prática terrível”, comentou o índio Eli Ticuna. Ele, junto com a mulher e os filhos, atua nas filmagens. No fim do filme, a menina aparece contando como está a vida dela hoje, já tratada da doença.
“A encenação é criminosa. Os autores têm que ser processados”
Mercio Pereira Gomes, antropólogo

“O direito à vida é mais importante que o direito de preservar as tradições”
Eli Ticuna, índio que atua no filme Hakani

quinta-feira, 26 de junho de 2008

TRAGÉDIA DO MORRO DA PREVIDÊNCIA

TRAGÉDIA DO MORRO DA PRIVIDÊNCIA EXPÕE O CAOS NUM BRASIL QUE SE RECUSA A ADMITIR QUE ESTÁ PERDENDO PARA AQUELES QUE QUEREM DESTRUÍ-LO EM NOME DE OUTROS PROJETOS DE PODER
Por Rebecca Santoro
18 de junho de 2008

E sem também esquecerem de cobrar esclarecimentos sobre esse acordo entre Lula e Crivela, feitos à revelia das recomendações em contrário do CML e sem o prévio consentimento, ou mesmo um aviso sequer, dos órgãos competentes do Estado do Rio de Janeiro.
Em rigorosamente nenhuma das entrevistas veiculadas pelos meios de comunicação se ouviu sequer o mais remoto pronunciamento sobre a necessidade de identificar e de punir, com os rigores da lei, os traficantes executores do assassinato das três vítimas e muito menos se ouviu quem quer que fosse condenar estes traficantes por flagrante desrespeito aos direitos humanos. Tratados como monstros, somente os militares, em óbvia atitude discriminatória. Que espécie de senso de justiça é esse o dessas pessoas?

É inacreditável: Como revela reportagem da Folha Online de hoje, 18 de junho, quatro dias após o assassinato de três jovens nem a Polícia Militar nem a Civil fizeram nenhuma investida na favela da Mineira para tentar prender os traficantes apontados como assassinos e para fazer ao menos uma perícia do local onde as vítimas teriam sido executadas. Ninguém foi preso e nem mesmo formalmente acusado pelo crime. A própria Secretaria da Segurança do RJ informou que simplesmente não há nenhuma operação em curso e nem prevista para a Mineira e que eventual ação na favela

ficará a cargo das delegacias especializadas. Que instituições são estas? Que estado de Direito é esse?
Gente capaz de cometer crimes existe em tudo quanto é lugar. Ainda mais em situações adversas. Por isso, o importante é agir com rapidez para identificá-las, detê-las e assim lhes manter até que sejam julgadas e, finalmente punidas. Não pode haver corporativismo entre membros de uma classe ou de uma instituição para proteger quem quer que tenha cometido crime. E não está havendo. Há que se ressaltar, também, que o Comandante Militar do Leste, Luiz Cesário da Silveira Filho, tomou, ainda, a iniciativa de convocar os parentes das vítimas para lhes pedir desculpas formais, em nome das FFAA.
O leitor tem visto essa eficiência toda por aí? Não, é claro. Não se vê a mesma reação em relação a uma imensidão de outros tipos de crime, mais ou menos graves, e até mesmo alguns do mesmo calibre, mas que foram cometidos por gente que faz parte de outras instituições, ou por gente chegada ao governo, ou por gente que faz parte de determinadas corporações, de movimentos chamados populares, de grupos étnicos patrocinados por ONGs, etc.
Até agora, o Exército tem reagido exemplarmente ao trágico acontecido. Repito: age com rigor exemplar. Mas, entretanto, não usou deste mesmo rigor para cuidar de seus próprios homens, que ficaram expostos a situações humilhantes, sem ter como reagir contra seus agressores, numa missão estressante e coberta de irregularidades. A tragédia que aconteceu no morro da Providência era eminentemente previsível e poderia perfeitamente ter sido evitada se o Planalto e o Ministério da Defesa entendessem alguma coisa de ações militares e, por sua vez, se o Comando do EB não estivesse tão preocupado em forjar (porque só forjando mesmo) uma situação almejada de bom relacionamento com aqueles que se apropriaram do Estado brasileiro e o transformaram num refém do governo petista - situação que qualquer um que tenha mais de dois neurônios é capaz de avaliar não se pretender como apenas transitória.
Desesperada atrás de verbas, as FFAA vêm caindo sistematicamente em contos enfeitados por discursos ufanistas de falsos patriotas (cuja pátria é, na verdade, a grande aldeia global socialista) que acenam com incentivos de reforma e de reaparelhamento inseridos num contexto de ascensão da era da nova democracia - que todos sabem perfeitamente tratar-se de uma mal disfarçada ditadura populista. Os livros estão cheios de exemplos que mostram exatamente como é que terminam histórias assim. Ninguém estuda mais História nesse país?
Voltando à tragédia da Providência, outra coisa que não está sendo divulgada pelos meios de comunicação televisivos e nem por jornais de grande circulação é que a polícia tem ciência do fato de que duas das vítimas tinham passagens pela polícia: Wellington, quando era menor, foi detido para averiguação, ocasião em que recebeu ligações de dois supostos gerentes do tráfico da Providência e David foi detido há mais de dois anos por porte de arma e corrupção de menores. Sabe-se também que, apesar da ocupação parcial do Exército no morro, o tráfico continua atuando, apenas tendo se deslocado dos pontos da favela que estão ocupados pelos militares.
Além disso, há outros dados importantes que não saem na TV, veículo de alcance incomparável. A colunista da Folha de São Paulo, Eliane Cantanhêde, divulgou em sua coluna (1706/2008) o 'parecer encampado pelo Comando do Exército, em Brasília, o Comando Militar do Leste (CML) alertou para os riscos da participação militar no projeto Cimento Social no morro da Providência'... 'O comandante do CML, general-de-exército Luiz Cesário da Silveira Filho, enviou o parecer ao comandante do Exército, general Enzo Peri. Discorreu sobre os riscos do contato de militares com bandidos, falou sobre a possibilidade de haver tiroteios e até mortes de civis com balas perdidas. Seu temor era que os militares estariam em áreas conflagradas, mas sem flexibilidade legal para real combate ao crime'... 'Foi, porém, voto vencido. O Palácio do Planalto seguiu a sugestão do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e o projeto virou convênio dos ministérios de Cidades e da Defesa'.
A jornalista Lúcia Hipólito, em sua coluna, ressalta que maior escândalo maior ainda é 'a população do Rio de Janeiro - e do Brasil - ter sido informada, da forma mais chocante possível, que um destacamento do Exército está sendo utilizado para reformar casas e pintar fachadas no morro da Providência, como parte de um projeto eleitoral do ex-bispo e senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), candidato a prefeito da cidade do Rio de Janeiro... Isso mesmo: o Exército brasileiro foi privatizado para atender aos interesses eleitorais de um candidato, correligionário do vice-presidente da República e membro atuante da base aliada do governo'.
Ela cita, ainda, como agravante o fato de o Comando Militar do Leste ter dado parecer contrário à operação, que foi encampado pelo comando do Exército. Diz a jornalista: 'mas, o Palácio do Planalto deu sinal verde para que fosse realizado um convênio entre o Ministério das Cidades e o Ministério da Defesa para viabilizar a atuação do Exército na comunidade', reformando fachadas e telhados de casas populares. Informa também que 'a Secretaria de Segurança do governo estadual não foi informada da operação. Só recentemente o secretário de Segurança declarou, em depoimento na Câmara dos Deputados, que ficara sabendo da presença do Exército no morro'.
O mais grave, entretanto, que revela esse infeliz e condenável ocorrido, eu suponho, não vai passar nem perto de ser abordado em todos os pontos de vista que serão divulgados pela grande imprensa sobre o caso. Não se trata de nenhuma novidade - ao contrário, é preocupação antiga, cada vez maior, e da mais óbvia conclusão. Basta saber um pouco de matemática e fazer os mais simples exercícios de lógica.
Em agosto do ano passado, por exemplo, num dos artigos que foram escritos sobre a crise aérea, SANGRIA NO AR, entre outras considerações, havia trechos em que se falava exatamente sobre os problemas de pessoal que afetavam as FFAA:
- Não é de hoje que as FFAA vêm tendo seus salários aviltados e suas verbas para operações, para compra de equipamentos e para o desenvolvimento de projetos fortemente contingenciadas - para não dizer, criminosamente, boicotadas. Uma criança de 10 anos poderia prever algumas das mais óbvias conseqüências: abandono da carreira por parte de pessoas mais qualificadas - o que é um desperdício do investimento nelas feito; desinteresse pelo ingresso na carreira militar por parte daqueles indivíduos mais bem preparados intelectualmente dentro da sociedade - o que gera, por outro lado, o rebaixamento do nível de exigência, em termos de preparação educacional, para que se ingresse na carreira, na medida em que se precisa de um contingente mínimo. A longo prazo, isso certamente acaba (ou acabará) fazendo com que, lá na frente, tenham-se pessoas intelectualmente despreparadas para comandar nossas Forças Armadas.
Isso sem falar nas probabilidades estatísticas de correlação entre as causas deste despreparo intelectual e de possíveis problemas relacionados ao déficit no recebimento de transmissão de valores importantíssimos para a formação do indivíduo, adquiridos dentro do convívio familiar sadio, que são imprescindíveis para que se formem bons seres humanos e cidadãos.
- Podem ser nefastas conseqüências deste despreparo, entre outras coisas, dentro das FFAA, problemas com o aumento do índice de corrupção, de roubos de armas e de equipamentos, do uso de drogas e ainda com o aumento do contingente de pessoas facilmente influenciáveis pela pregação de um nacionalismo ufanístico que pode vir a favorecer a sustentação de governos comunisto-populistas, etc. E o pior: o surgimento futuro de uma classe de comando - ora mais preocupada com seus próprios benefícios do que com os das tropas, ora desmotivada pela incapacidade mesma de compreensão, por parte destas tropas, do significado que deveria haver por trás das fardas que vestem. Tropas de mentalidade curta e sem preparo intelectual - esse é o maior dos desastres.
- Hoje, já não se fala nem mais nessa questão de fundamento - que seria o sucateamento do indivíduo militar -, mas, sim, do sucateamento dos equipamentos e das instalações... É preciso cuidado nesse ponto. Antes de aparelhar a Força, é necessário que se paguem salários melhores. Por todos os motivos que já foram acima citados. Mas, suspeita-se que isso não acontecerá enquanto o governo não tiver a mais absoluta certeza de que os beneficiários deste justo aumento não sejam aqueles que tenham as condições de lhe ameaçar seus planos de poder... Quem não quiser enxergar o óbvio que finja que não é nada disso...
- Antes ainda do artigo acima citado, publicação, em junho de 2005, no site Inforel http://www.inforel.org/), trazia uma série de dados alarmantes. Revelava que, segundo dados do governo, em 2005, os servidores do Executivo custavam, em média, R$ 4.413 por mês cada um. Contabilizados os gastos com os inativos, a média por militar ficava em R$ 2.507 e continuava sendo a mais baixa entre o funcionalismo dos três Poderes. No Legislativo, a despesa média por servidor era de R$ 8.640 e, no Judiciário, de R$ R$ 8.704. As estatísticas do governo revelavam ainda que, na última década, as despesas com militares ativos eram as que menos haviam crescido. Havia dez anos, o servidor civil do governo federal custava em média 50% mais que o militar. Em 2005, essa diferença era de 121%. Em 1995, o gasto médio por funcionário do Legislativo e do Judiciário era 309% e 172% maior que os dos membros dos quartéis, respectivamente. Em 2005, a diferença estava em torno de 360% em ambos os casos.
E hoje, depois de toda a 'novela' que foi conceder um pagamento maior para os militares, que está, digamos, há anos luz de poder ser chamado de reajuste e muito menos de aumento (leiam detalhes aqui: http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/artrebeccasantarquivo1.htm#191202543), ainda houve Comandante das FFAA que tenha agradecido efusivamente ao ministro da defesa pela 'conquista'. Crise entre as FFAA e Nelson Jobim? Parece que, pelo menos em relação aos comandos das Forças, não. Jobim freqüenta muitas das solenidades e festividades comemorativas tradicionais das FFAA. Em algumas delas, como convidado VIP, sua presença chega a fazer com que alguns destes eventos sejam, inclusive, modificados - não completamente, porém de forma bastante perceptível -, pelos organizadores, em sua estrutura e mesmo em seus propósitos, tudo na tentativa de agradar ao ministro.
No plano de ação militar, a tendência, parece, é a de que as FFAA como um todo estejam interessadas em compor o máximo de alinhamento com as diretrizes políticas e militares estabelecidas pelo governo, com o propósito firme de conseguir mais recursos para o reaparelhamento das mesmas. Nesse sentido, correm, livres, leves e soltos, por Brasília, os comentários de que o ministro Mangabeira Unger ignoraria solenemente as opiniões de muitos dos militares que 'tentam' trabalhar com ele. Dizem que ele faz o que quer - não se sabe se por conta dele ou do governo.
Qual será o preço que as próprias FFAA e a sociedade brasileira pagarão por esta 'estratégia' de relacionamento dos militares com o governo petista não se pode responder com exatidão. Ressalte-se, aqui, que os danos às FFAA não são privilégio nem invenção do governo Lula - é coisa que vem de longe e num crescendo, a partir de 1985.
Mas, com certeza, uma das conseqüências apareceu, notória e publicamente, esta semana, com a ação dos 11 militares, que agindo sob aparato militar, e demonstrando uma burrice inacreditável (* - observações que não podem deixar de ser lidas), praticaram um crime injustificável e pelo qual devem ser exemplarmente punidos, como deveria acontecer com todos aqueles que têm cometido todo o tipo de crime e de barbaridade pelo país.
O ministro da justiça Tarso Genro, sobre este fato, perdeu mais uma das muitas oportunidades que já teve de permanecer calado. Ele disse, em declarações à imprensa, que o episódio era prova de que as FFAA não estão qualificadas para atuar no combate ao crime organizado urbano. Falou como se isso fosse válido genericamente, desconsiderando-se as especificidades de cada ocasião em que as FFAA podem ser empregadas para este tipo de atuação.
O ministro deve, certamente, ler os jornais e deve saber, perfeitamente, que as tropas militares brasileiras que estão no Haiti, fazem por lá um trabalho difícil, porém,extraordinariamente bem feito, agindo em ambientes e situações bastante semelhantes às que ocorrem em muitas das favelas brasileiras. Muitos haitianos os consideram verdadeiros heróis.
Nunca aconteceu no Haiti nada que se assemelhasse, nem de perto, com o que foi feito, por pelo menos 3 dos 11 militares do EB que estão detidos.
Por que este contraste? Resposta a perguntas como essa já são motivo de debates entre especialistas cujos resultados podem ser encontrados com facilidade na internet. O assunto é extremamente polêmico. Alguns acham que depende apenas de que se estabeleçam leis e regras específicas para a atuação das FFAA no combate ao crime organizado urbano aqui no Brasil. Eu, particularmente, acho que há outros problemas bem mais sérios que precisariam ser equacionados antes de qualquer simples regulamentação de forma de atuação dos militares neste campo. Mas, não falarei sobre isso neste artigo.
O fato é que, assim como acontece com grande parte do contingente das polícias civil e militar, especificamente as do Rio de Janeiro, nossos soldados, cabos, sargentos, tenentes e até capitães das FFAA, devido aos salários que percebem, residem dentro ou nas vizinhanças das favelas, locais que os colocam, e também a seus familiares, em pleno alcance dos criminosos dos quais podem se tornar vítimas ou até mesmo camaradas, ainda que nesse último caso isso não signifique, necessariamente, que deva haver uma relação de cumplicidade criminosa.
Não, a pobreza não leva um indivíduo, obrigatoriamente, a se transformar num criminoso. Há milhares de exemplos que podem comprovar isso. Mas, sem dúvida, tudo o que está ligado ao ambiente da pobreza, não em qualquer lugar do mundo, mas especificamente em algumas das grandes cidades brasileiras, não há como negar, pode contribuir bastante para essa transformação. E a realidade é que grande parte das pessoas que ainda têm interesse em seguir a carreira militar das FFAA crescem exatamente nestes ambientes, ou bem próximos a eles.
O que é que a sociedade pode esperar de uma situação como essa? Que, por exemplo, ao vestir uma farda das FFAA, muitos desses indivíduos simplesmente passarão por um processo miraculoso de redenção e se transformarão em pessoas desprovidas de passado? E quando muitas destas pessoas estiverem lá no generalato, o que esperar? Um dia, por obra, graça e inevitabilidade do simples passar do tempo, estaremos todos a viver exatamente esta situação, se nenhuma providência for tomada agora, já, imediatamente.
Esperar o quê? Que homens do nível de especialização da grande maioria dos sargentos mais antigos que ainda temos atualmente na Força, ou que homens da capacidade intelectual e profissional que também ainda compõem, hoje, as fileiras de oficiais superiores de nossas FFAA, nas gerações futuras, por um ato de insanidade, venham a se interessar em cometer uma espécie de suicídio vocacional, optando por uma carreira militar que os fará passar o resto de suas vidas suportando o achincalhamento da mídia, o desprezo dos governos sucessivos por suas condições salariais e de trabalho, condições estas que os levarão à frustração profissional e, muito provavelmente ligada a ela, à frustração pessoal e familiar? Quem é que, em nossa sociedade, pode, sinceramente, contar com este tipo de milagre?
O leitor acredita que o governo esteja minimamente interessado em tomar as providências, tão necessárias, para resolver esse grave problema? Deixo esta pergunta para sua reflexão.
Rebecca Santoro
E-mail: rebeccasantoro@gmail.com
Imortais Guerreiros - http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/index.htm
A VOZ DOS GUERREIROS - http://imortaisguerreirosnossavoz.blogspot.com/
(Cópia em: http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/reproduoavozdosguerrei.htm)CRISE AÉREA: http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/crisearea.htm e http://acidentetam2007.blogspot.com/
MEMÓRIA INFOMIX: http://acidentetam2007.blogspot.com/ (Deixe seu recado)MEMÓRIA MÍDIA SEM MÁSCARA: http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/mdiasemmscara.htm
(*) A ação dos militares envolvidos no crime é tão 'auto-denunciatória', tão cercada de elementos que facilmente conduziriam à descoberta dos criminosos, que até parece ter sido cometida por encomenda de gente que quisesse provar, dessa vez, cabalmente, que não se pode confiar nas FFAA - no preparo pessoal e profissional de seus elementos. Coisa de gente que joga pra valer nessa estória de cumprir com metas necessárias para conquistar e para permanecer no poder. É impressionante a rapidez com que se mobilizam, quase que por fenômeno premonitório, os defensores dos direitos humanos: um dia depois de descobertos os corpos dos rapazes, já havia sido confeccionada uma boa quantidade de camisetas temáticas com as fotos das três vítimas, e que passaram a ser usadas pelos parentes e amigos.
Coincidentemente, desde as falas do General Heleno sobre a Amazônia, a política indigenista e o perigo da demarcação em terras contínuas da reserva indígena Raposa da Serra do Sol, estranhamente, não pararam de se suceder tentativas de envolver as FFAA em escândalos que as desmoralizassem perante a opinião pública. Finalmente, depois da morte de civis, não importa se de criminosos ou não, pelas mãos de gente que fazia parte das FFAA, pode ser que surta o efeito pretendido por estes 'agentes do além', por obra do acaso ou não, ou talvez por mais sorte de uns do que de outros.
Estranho também é o fato de que, desde que as denúncias a respeito da participação da Casa Civil e, conseqüentemente, do Planalto, em operações ilegais e lesivas ao patrimônio nacional, nas compras e nas vendas do complexo da Varig, o MST e movimentos congêneres, apesar de já passado o tradicional Abril Vermelho - mês em que costumam promover ações coordenadas de invasões e de quebra-quebra por todo o país - resolveram, em pleno mês de junho, retomar estas mesmas práticas, chamando, obrigatoriamente para si, boa parte da atenção que precisa ser dispensada pela mídia para dar conta de informar sobre tudo o que está acontecendo de mais importante no país.
Com tanta coisa para noticiar, o caso gravíssimo da Bancoop, por exemplo, que envolve suspeita de assassinato e de repasse ilegal de dinheiro para campanhas eleitorais, incluindo a de Luis Inácio Lula da Silva, para presidente, em 2oo2; e o das cartas de um dos chefões das FARC colombianas, Raul Reyes, morto recentemente por tropas militares da Colômbia, dirigidas ao nosso excelentíssimo senhor presidente da república, e que foram encontradas, entre outras coisinhas também comprometedoras de envolvimento do governo brasileiro com os terroristas, nos computadores de Reyes apreendidos na mesma operação em que ele foi morto - são alguns dos casos que estão sendo tratados pela cobertura midiática com relevância muito aquém do destaque que mereceriam, tamanha importância que têm no próprio destino do país.

terça-feira, 24 de junho de 2008

TURMA 69(ANOS DE CHUMBO)

OPINIÕES E POSIÇÕES (Heitor de Paola - psiquiatra e psicanalista)O texto abaixo é uma carta que mandei para um jovem debatedor de outrogrupo de discussão que me parece um democrata autêntico e sincero, mas submetido ao encantamento gramscista da moda.
Tudo começou quando eleescreveu: "Eu ainda prefiro a democracia petista aos anos de chumbo daditadura de 64".Apenas perguntei: "Você vivenciou os chamados "anos de chumbo" parapoder afirmar isto"? E ele me respondeu que não precisava, poistambém nunca viveu em Cuba e pode dizer que aquilo não lhe serve.Como eu já estava querendo escrever sobre isto, estou aproveitandopara postar neste grupo, também, onde alguém de fora há uns tempos sereferiu aos "comunistas arrependidos" com desdém, se referindo a mim.Caro RSabe por que você nunca viveu em Cuba? Porque os militares, a pedidoda população, abortaram a tentativa de fazer do Brasil uma Cuba,pelos mesmos que hoje, na "democracia petista", estão no poder e vãotentar de novo, pode ter certeza. A frase do Olavo de que "ademocracia leva à ditadura" é o que talvez venhamos a experimentar embreve e são as verdadeiras intenções dos "democratas" Zé Dirceu,Genoíno e caterva. Pois eu vivi intensamente aqueles anos: em 64 eu jáestava no segundo ano da Faculdade, era Vice-Presidente do CentroAcadêmico e, obviamente, como qualquer babaca daquela época, deesquerda, da AP (a mesma do Serra).Estive foragido alguns dias, e fiquei dois meses preso.Perdi um ano de estudos. E me desencantei. Com as esquerdas, não comos militares. Em 68, inicio do ano, foi oficialmente lançada a "lutaarmada". Eu participei das reuniões com gente vinda de Cuba, não émentira não, eles estavam aqui fornecendo dinheiro e armas tchecaspara tornar o Brasil uma outra Cuba a serviço de Moscou, como aoriginal.Não era nada de democratas em luta contra uma ditadura como hojedizem: eram comunistas querendo instalar uma verdadeira ditaduratotalitária!Eu estudei os textos, meu chapa, não ouvi falar nem li em livrecosidiotas escritos por ex-seqüestradores. Sabe o que nos era indicadopara ler? Mao Tse Tung, Ho Chi Min, Nguyen Vo Giap, Lenin, Che, Fidele, como não podia faltar um francês, Régis Debray, o tal da "Revoluçãona Revolução". Como descobri que eu era, autenticamente, um democrata- mas sem negar os riscos da democracia -, pulei fora e, acredite,meus "companheiros democratas" me ameaçaram, a mim e à minha entãonamorada.Como eu sou um ávido leitor de livros policiais e de espionagem,inventei uma carta colocada no cofre de três advogados com todos osnomes e esquemas, para ser entregue no quartel mais próximo, caso algoocorresse comigo ou com ela... e me livrei das ameaças!Eu frisei que isto ocorreu no início de 68, porque hoje é dito que aluta armada foi desencadeada contra o endurecimento da ditadura com oAI 5, quando foi justo o oposto: o AI 5 foi conseqüência dodesencadeamento da luta armada! Você me diz, com toda a sapiência dehistoriador: "Heitor, história é história". E eu te respondo: históriaé um troço escrito por gente e, como tal, cada um puxa a brasa para asua sardinha. Os reais vencedores de 64 foram os que escreveram estasmentiras que você, como tantos outros democratas sinceros, engole comfacilidade!Pois no Governo Castelo Branco - que hoje reputo como o maiorestadista brasileiro do Século XX (tenho engulhos quando ouço dizeremque este idiota pomposo do FHC é estadista!) - e também nos primeirosanos do Costa e Silva, o Brasil era uma efervescência cultural. Noteatro surgiram grupos como o Opinião que atacava publicamente oregime. A peça "Liberdade, Liberdade" era um libelo contra a"ditadura". Surgiu "O Pasquim" que ironizava os "milicos" e oStanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto) com seu FEBEAPÁ (Festival deBesteiras que Assola o País - como faz falta hoje em dia!) que nãopoupava ninguém. Juca Chaves, ácido crítico dos militares (sua modinha"Brasil já vai à guerra" devia irritá-los profundamente) , cantava àvontade.Aliás, ainda em 70 (Governo Médici), ele dizia o que bem entendia noCirco Irmãos Sdruws, no Parque da Catacumba, na Lagoa Rodrigo deFreitas, Rio. Isto não é história escrita, eu fui a três shows.Ocorreram os Festivais da Canção, com as músicas anti militaristas deGeraldo Vandré - hoje um puxa-saco dos "milicos" da FAB - e as doChico Buarque, entre muitas outras...O Caio Prado Jr, comunista de carteirinha, publicava em sua Editora oque bem queria, bem como a Ed. Civilização Brasileira. A velha editorado PCB, a Editorial Vitória Ltda, editava e distribuía livros deMarx, Engels e Lenin. Sua sede ficava na antiga Rua das Marrecas (hojevoltou a se chamar assim), à época Rua Juan Pablo Duarte, no Centro doRio, num sobrado que tinha sido a sede do Partidão no Estado daGuanabara. Isto, meu caro, não é história, fui à minha estante agoramesmo buscar um livro editado em 64 e que eu comprei livremente, emlivraria aberta, em 1970 (Médici): "A origem da Família, daPropriedade Privada e do Estado", do Engels, de quem Marx era gigolô.Em 1971, comprei da Editora Saga, também de orientação comunista, "AHistória da Revolução Russa" de Leon Trotski, em 3 volumes de lombadavermelha, como sói!Se você não me chamar de mentiroso, ou como fez com a A. e o P., levarno sarcasmo hostil, vê se abre a tua cachola para algo que não seja a"história oficial".Houve sim uma guerra revolucionária em que ambos os lados mataram. Porque raios só os de um lado hoje recebem comendas, indenizações eaposentadorias milionárias, status de pobres vítimas; e os do outrosão desmoralizados, suas corporações são sucateadas - como semantê-las fosse só do interesse deles e não da Defesa Nacional,cáspite! - têm seus soldos achatados e suas aposentadorias ameaçadasde serem tungadas para sobrar dinheiro para o BNDES mandar para aVenezuela?Adiantando-me a algumas idiotices que já ouvi: não, meu caro, não soupuxa-saco de milicos nem o Olavo de Carvalho é meu guru.Estou numa situação curiosa na qual a "tchurma" da esquerda me chamadisto aí, e os nacionalistas de direita me chamam de entreguistaporque não concordo com anti-americanismo obsessivo reinante.Incrível, não?Para terminar, um pouco só de teoria histórica. Hanna Arendt - que jánão é lida, sequer conhecida dos modernos "historiadores" - fez umadiferenciação entre regimes autoritários e totalitários, diferenciaçãoesta que as esquerdas execram, pois põe a nu suas mentiras: "Osprimeiros são regimes [como o de 64] em que alguns são perseguidos,mas não se impõem o pensamento único [tanto que a esquerda venceu noterreno "intelectual" ]. Os outros são aqueles em que se impõe opensamento único do qual não pode haver a mínima discordância[...senão, paredón!]. Nos primeiros, a imprensa é censurada [o queocorreu aqui]; nos segundos, a imprensa é totalmente destruída sósobrando o órgão do Partido condutor das massas [seja o Pravda, oGranma, o Vöelkischer Beobachter ou o Popolo d'Italia]."Leia algo mais dos que as cartilhas oficiais, que você só tem a se beneficiar.Atenciosamente.Heitor de Paola